publicado por nobilissimavisione | Terça-feira, 15 Dezembro , 2009, 12:50

Não são só os médicos. Agora também os estudantes de medicina querem, previdentemente, manter a dimensão da coutada. Espero que não consigam, e que haja «médicos a mais», para permitir que se tomem medidas essencias para o futuro da Saúde, como a proibição de acumulação (ou a acumulação em termos muito mais restritos do que os actuais) de funções nos hospitais públicos com a prática privada.

 

Haver médicos a mais (ou enfermeiros a mais, ou advogados a mais, ou qualquer outro contingente profissiona a mais), não é um problema que caiba ao Estado resolver, é um problema do mercado de trabalho, que naturalmente gera desempregados, tenham eles o curso de Medicina ou a 4.ª classe. Os melhores (e, inevitavelmente, alguns dos menos bons mas afortunados por outras razões) exercerão a sua profissão, os restantes vão fazer outra coisa qualquer, o que conseguirem. O Estado não deve contribuir para a manutenção de feudos corporativos à custa das vocações dos jovens.


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